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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Bolha social: O principal inimigo da Alta Performance


Por causa de nossa programação, e também em consequência do sistema atual criasse o que chamamos de “Bolhas Sociais, culturas e de crenças”.

O que isso significa?

Significa que a sociedade, através da adaptação natural (adaptação provida de nossa programação como seres humanos) não é uma adaptação consciente ou seja, é uma adaptação que depende do ambiente (família, amigos, sociedade, mídia, cultura, religião, grupos sociais, experiências de vida tanto positivas como negativas, as conexões que temos com pessoas e objetos, religião, e etc).

Como o sistema atual não se importa nem um pouco em oferecer o melhor para o ser humano, então o ser humano cresce e se desenvolve de acordo com o que acha “normal” e “aceitável”. De forma simples, o ser humano não cresce com seu máximo potencial porque o sistema tirou isso dele.

Em consequência desse problema, criasse então várias bolhas ou se você preferir diferentes níveis de grupos. Esses grupos dividem a sociedade em muitos pedaços. Isso é o que acontece a nível cultural e social. A nível individual criasse outras bolhas como por exemplo a bolha do:

  Ø O que eu sinto é o que importa
  Ø O que acredito (minha crença) é uma verdade absoluta
  Ø Gosto daqueles que pensam como eu penso

De forma simples, por causa do grande erro do sistema atual, toda a sociedade é prejudicada porque como o ser humano cresce sem as melhores informações, logicamente cresce sem desenvolver 30% do seu potencial, quando na verdade poderia desenvolver 70-80-90% de seu potencial com as melhores informações.

Como consequência, quanto mais livre o mundo fica, piores tendem a ser as bolhas. Porque agora o ser humano que é “livre” irá dar muito valor ao sentimentalismo, ao otimismo exagerado, ao populismo, ao politicamente correto, ao socialmente correto e para piorar irá acontecer duas coisas:

   1.     Serão facilmente manipulados porque o desenvolvimento em muitas áreas importantes como intelectual e emocional foram danificadas.

     2.     Irá criar resistência para melhorar e mudar, e em muitos casos irá se desenvolver um pouco e acreditar que “possuem a verdade” ou que “estão fazendo algo certo porque tem muita gente concordando com o jeito deles de pensar”.

     3.     Irão querer levar o que acreditam para mudar o sistema do jeito deles ao invés de mudarem o sistema do jeito correto. Um exemplo, são aqueles que defendem que não deve existir estado (governo) mas não percebem que quando duas ou mais pessoas fazem parte de um grupo então criasse leis, regras e direitos que devem ser seguidos, ou seja, querendo ou não o estado sempre irá existir.

O quão ruim pode ser essas bolhas sociais?

Na verdade são terríveis. Basta olhar ao redor do globo para entender o que acontece. Muitos gostam de dizer que o ser humano é um ser muito bom, porém a verdade é que não é bem assim.

Enquanto o sistema ser o que é, o mundo nunca será um lugar melhor. Isso porque o sistema atual é um grande problema e não me entenda errado. Não sou “ANTI-SISTEMA”, na verdade sou a favor de um sistema superior e muito melhor do que o sistema atual.

O que eu gostaria que você pensasse agora é se você tem se prendido a bolhas sociais. Quero saber se você é capaz de pensar através das melhores informações ou se não faz ideia do que isso quer dizer.

Quem possui as melhores informações é tão evoluído que todas as “bolhas” ou níveis inferiores se encontram dentro dessa bolha maior maior (ou sem bolha se preferir) das melhores informações. Pessoas que tem um nível menor de desenvolvimento e de informação sempre se sentem acuadas e principalmente atacam aqueles que demonstram ser superiores em informação e que naturalmente são melhores em várias áreas.

Redes sociais e internet

Dias atrás vi um vídeo de um sujeito chamado Felipe Castanhari intitulado: “Você está em uma BOLHA SOCIAL? Descubra!”. Nele o youtuber fala ABERTAMENTE que estamos em “paralisia intelectual”, no qual diz que não conseguimos conversar tranquilamente sobre assuntos mais delicados ou assuntos políticos.

O problema é que esse Youtuber cometeu um grande erro. O erro é que, a partir do momento em que o desenvolvimento intelectual e emocional é baixo, não é uma questão de “bolha social”. Logo o erro dele é usar o argumento certo no debate errado. A Bolha Social é uma consequência e não a causa. E é muito importante que você entenda o que acabei de dizer. Se a Bolha Social não é a causa, a causa é outra. Logo a causa da Bolha Social é o desenvolvimento humano que por sua vez depende das melhores informações. E nós sabemos que as melhores informações o sistema atual não tem interesse nenhum em oferecer, tanto porque é impossível para o sistema atual oferecer as melhores informações pra você.

Em consequência, temos tudo o que expliquei até agora!

É inegável a influência de redes sociais no cenário global atual, analisando desde comércio, publicidade, cultura, estilos de vida, liberdade, política e demais outros assuntos, fruto da globalização, e talvez umas das últimas etapas da globalização a causar tanto impacto mundialmente.

Redes sociais como o Facebook, Twitter e Youtube apesar de oferecerem os seus serviços “gratuitamente”, são organizações que crescem exponencialmente nas bolsas de valores, mas como ganham dinheiro?

Informação é o termo chave que define a rentabilidade de organizações desse setor, nossas informações, nossos dados estão a todo momento sendo analisados, como você pode ver nesse link por exemplo.

Essas informações são filtradas, analisadas e catalogadas para nos proporcionar um serviço compatível com o gosto pessoal de cada um (o que intensifica e aumenta ainda mais a influência das bolhas sociais), isso auxilia as redes sociais a selecionar propagandas compatíveis com nossos interesses, amigos, grupo e etc. Esse é o preço que pagamos pelos serviços “gratuitos”. Nossos dados são utilizados para nos fazer sentir bem (ou manipular ou ocultar ou esconder ou influenciar quem eles quiserem) em um ambiente amigável, por exemplo, o Facebook nunca mostrará um anúncio sobre o Corinthians se você torcer para o Palmeiras.

Se você acha, avaliando pelo seu círculo social, que você detém de opiniões, gostos, aparências, culturas e estilos de vida parecidos com a maioria dos seus “amigos”, das redes sociais, e que talvez essa opinião seja a predominante em um largo cenário geopolítico, você está em uma bolha social.

Uma bolha social é o resultado da catalogação de suas informações, e interfere principalmente em opiniões pessoais, como acompanhamos através de movimentos políticos como o MBL (Movimento Brasil Livre) e o Jovens de Esquerda, movimentos culturais como Rock Wins e o Funk Wins, movimentos ideológicos, como as páginas Orgulho de ser héteroMoça, não sou obrigada a ser feminista, Feminismo sem Demagogia e Cartazes e Tirinhas LGBT, dentre milhares outras, causam uma segmentação de público, inclusive em escala mundial. A bolha coloca o usuário em um ambiente perfeito para ele, sem os perigosos conteúdos que possam chocar a sua realidade e contradizer suas opiniões.

Entendendo melhor a intolerância

Muitas pessoas vivem pelo politicamente correto, sentimentalismo, socialmente correto, crenças pessoas, informações que usa como “melhores informações” mesmo quando não é, bem, qual o problema com a intolerância, discussão, debates?

A resposta é NENHUM, exceto quando ultrapassa níveis que podem causar muito dado a alguém. O que significa que debater, discutir, não concordar e não querer ouvir a opinião contrária é muito importante.  Para a maioria das pessoas é: “isso é inaceitável, tem que ter mais amor”, porém se digo que “isso é inaceitável” estou fazendo o mesmo que eles. Logo não é porque defendo o “amor” ou sou contra discussões, isso não me torna melhor e muito menos tolerante.

Além disso o “culto a tolerância” tem se tornado o “culto da loucura”, porque qual é a razão de ser amigo de seu inimigo que irá matar você e sua família?

Somente um tolo ou completo ignorante se colocaria numa posição de ser tolerante com seus inimigos. E esse é um ponto muito importante que a maioria dos seres humanos não entendem:

  Ø Amor não torna inimigos em amigos

Simplesmente existem pessoas que são seres humanos terríveis e que irão prejudicar você, principalmente se ficar com esse discurso de perder: “o mundo precisa de mais amor”, “temos que ser tolerantes com as inimigos diferenças” ou “temos que viver o sentimento”, “todos temos que ser felizes”, e assim por diante.

Sendo assim, os mais intolerantes não são os intolerantes, são aqueles que são fracos e que usam suas fraquezas para tentar impor o que acreditam sobre os outros. Não existe debate com o inimigo e não falo de “inimigos” coloridos que ficam discutindo em um debate pra ver quem deve ser ou não o presidente. Estou falando dos inimigos reais que manipulam a sociedade na intenção de prejudicarem milhões de pessoas. Esses inimigos que estão por de trás de vários movimentos sociais e partidos políticos, mas principalmente que estão comprando a mídia.

Eles estão criando o caos através de “escravidão moderna através das bolhas sociais”. O que significa manter o sistema como está ou fazer o sistema ficar ainda pior. O que não é novidade alguma para quem se desenvolve corretamente e sabe exatamente o que acontece na realidade.

Podemos chegar à conclusão de que as pessoas que se acham superiores e que dizem que “falta amor no mundo”, “temos que amar mais o próximo”, na verdade são os mais intolerantes e a parte mais interessante é que eles não entendem porque são os mais intolerantes e perigosos. Eles não entendem que é através deles que o pior da humanidade vive influenciando nossa sociedade, mídia e principalmente o governo.

Depois o povo fica pedindo ajuda para melhorar o sistema porque não dá mais, porém eles mesmo não entendem como estão prejudicando a si mesmos e toda a sociedade pensando que “estão fazendo o que é certo e melhor para a humanidade”.

Eles vivem em uma bolha e não compreendem que eles não saíram da “matrix”, eles estão na matrix. Porém prefiro dizer que existem vários níveis e gosto de facilitar contando esses níveis de 0 a 10, onde 10 é o nível máximo onde encontramos apenas as melhores informações. Essas pessoas que prejudicam a humanidade e não entendem, a maioria delas se enquadra na categoria que chamo de “pessoas comuns”. De fato, são pessoas mal desenvolvidas, que seguem sua programação e em consequência tem uma tendência mais para a esquerda política e principalmente para o sentimentalismo e politicamente correto.

Como são a maioria, assim como acontece em toda bolha social, eles acreditam que os números ou a quantidade de pessoas que pensam iguais a eles, os fazem ter razão e acreditar que estão no topo da hierarquia moral, intelectual, social e religiosa.

Eles se acham sábios, mas na verdade não passam de tolos vivendo uma grande fantasia que irá durar para muitos deles, a vida inteira.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Dia 23 | O discurso de Wentworth Miller


Eu não nasci nesse país. Eu não cresci acreditando ou fazer parte de nenhum religião em particular. Tenho uma mistura de raças e sou gay.

Enquanto eu crescia eu era um alvo. Falando da maneira correta, se posicionando da maneira correta, segurando suas mãos da maneira correta. Todos os dias era um teste e existiam centenas de maneiras de falhar. Centenas de maneiras de trair a si mesmo, de não viver conforme as regras do que era aceitável e do que eles diziam ser “normal”.

E quando você falha no teste, o que era garantido de acontecer, tem um preço a ser pago: emocional, psicológico, físico, entre outros. Como muitos de vocês, eu paguei o preço mais de uma vez em uma variedade de formas.

Como muitos de vocês aqui, eu cresci no que eu chamo “modo de sobrevivência”. Quando você está em modo de sobrevivência, seu foco é conseguir chegar até o final do dia inteiro. E quando você está nesse modo as 5, as 10, aos 15 anos, não há muitos espaço para palavras como “comunidade”; para palavras como “nós”. Há somente espaço para “eu”.

De fato, palavras como “nós” não somente eram estranhas para mim, mas também soavam como uma mentira. Porque se “nós” realmente existisse, se realmente tivesse alguém lá fora assistindo, escutando e se preocupando, então eu teria sigo resgatado a muito tempo atrás.

A primeira vez que eu tentei me matar foi aos 15 anos. Esperei até minha família saírem para o fim de semana e eu estava sozinho na casa e engoli uma frasco inteiro de pílulas.

Eu não me lembro o que aconteceu nos próximos dias mas tenho certeza quando chegou segunda-feira eu estava no ônibus para a escola, fingindo que eu estava bem.

E quando alguém me pergunta se eu estava “chorando por ajuda”, eu digo “não”, porque eu nunca contaria algo assim para ninguém, principalmente quando você é um adolescente. Uma pessoa que decidiu tomar ação, dificilmente procuram por ajuda, dificilmente “gritam” por socorro ou ajuda.

Muitas pessoas somente choram por ajuda se acreditam que existe ajuda ou quando não querem acabar com tudo e esperam que alguém veja o seu “pedido de ajuda”.

Aquele sentimento de ser singular, diferente e sozinho, carreguei até os meus 20 e no começo dos meus 30 anos. Quando eu tinha 33 anos, comecei a trabalhar em um programa de televisão conhecido como Prison Breack que não teve sucesso apenas aqui nos Estados Unidos, mas também mundo a fora. O que significa que durante os próximos 4 anos, eu viajava para Ásia, Europa entre vários outros lugares. E no processo, dei centenas de entrevistas.

Eu tive muitas oportunidade de falar a minha verdade, que eu era gay mas eu escolhi não fazer. Eu era privadamente para alguns de meus familiares e amigos, que foram as pessoas que eu aprendi a confiar com o passar do tempo, mas profissionalmente, publicamente, eu não era.

Peça-me para escolher entre perder integridade e sair do armário, eu escolho mentir. Escolho perder integridade. Escolho enganar.

Porque quando pensava na possibilidade de falar minha verdade e penso em como poderia causar um grande impacto em minha carreira, que trabalhei tanto até agora, eu estava nutrido com medo, raiva e uma teimosia resistente que cultivei durante o passar dos anos.

Quando eu penso naquele garoto, em algum lugar que poderia ser inspirado ou movido por alguém como eu falando a minha verdade, minha menta resposta consistentemente era: “não, muito obrigado”.

Eu pensava que passei décadas construindo minha carreira, sozinho, sem ninguém, e de um certo ponto de vista, isso era tudo que eu tinha de bom em minha vida. Não podia arriscar perder o que construiu durante décadas porque pra mim, seria o mesmo que morrer. Minha carreira era só o que eu tinha. Minha carreira era o que me fazia continuar em frente. Se eu perdesse, o que me faria continuar vivendo?

Mas agora, tenho que colocar tudo isso em risco, para ser um modelo para alguém que eu nunca conheci e que talvez nem sequer exista. Pra mim, passar esse tipo de risco não fazia nenhum sentido. Nem mesmo levava em consideração naquela época.
Algumas semanas atrás, quando eu estava escrevendo minha carta para Saint-Petersburg festival internacional de filmes, rejeitando o convite, uma voz em minha mente dizia que ninguém iria notar. Que ninguém estava assistindo ou escutando ou se importando.

Mas desta vez, finalmente, eu sabia por experiência que essa voz estava errada. Eu pensei que se uma única pessoa notasse, está carta, onde eu falava minha verdade, e que integro minha história em uma escala muito maior e mais importante, então valeria apena enviar a carta.

Eu disse para mim mesmo “deixe-me ser para outra pessoa o que ninguém foi pra mim”.

Deixe-me mandar a mensagem para a criança, talvez na América, ou em qualquer lugar, uma criança que está sendo um alvo na escola ou em casa ou nas ruas, que essa pessoa saiba que tem alguém olhando, escutando e se importando, por mais que ela acredite que ninguém a vê, ninguém se importa e ninguém escuta. Que essa pessoa saiba que não está sozinha por mais que ela se sinta isolada e sozinha.

Eu quero que essa pessoa saiba que existe sim um “nós”, e aquela criança, ou adolescente, ou jovem ou adulto, é amado e não está sozinho.

Observações finais

Esse foi um discurso incrível de Wentworth Miller. Um dos maiores problemas para a vida humana é justamente o inimigo chamado sistema. 60-90% dos casos é possível ajudar essas pessoas antes que elas façam algo terrível. Porém, o sistema atual não permite que a ajuda certa chegue até essas pessoas. Por exemplo, a inteligência emocional não é desenvolvida corretamente nas escolas e na grande maioria dos casos, é ignorada completamente.

Como podemos mudar o mundo quando o sistema é contra nós?

O ser humano para amenizar o problema, utiliza vídeos e textos de motivação, discursos de pessoas famosas e importantes, criação de ajuda gratuita online, por ligação ou até mesmo usando a religião como uma forma de lidar com o problema, entre vários outros.

O que o ser humano faz é tentar compensar a crueldade do sistema, diminuindo a quantidade de dor e sofrimento causados pelo sistema.

A questão que quero deixar pra você é como podemos mudar o sistema para um sistema que não destrua as pessoas?

Como podemos crescer como seres humanos e subir para o próximo nível da humanidade se estamos tão apegados a um sistema que prejudica e destrói a vida de milhões de pessoas?

O que podemos fazer para melhorar a vida das pessoas para que consigam tirar o melhor proveito de sua existência aqui na terra?



Dia 22 | Viver com ou sem Arrependimentos

Não é da morte que a maioria das pessoas tem realmente medo. Mas de chegar ao fim da vida para só então perceber que nunca viveram de verdade.

O que é viver de verdade?

Cada ser humano irá dizer o que pra ele é viver. Porém, existem exceções. Será que viver prejudicando outros seres humanos é uma boa forma de viver? Será que se você colocar o que você sente acima de suas responsabilidades é uma boa decisão? Será que usar drogas, ser viciado, é o caminho do viver de verdade? Será que aproveitar a vida sem existir limites para o que pode fazer é uma boa decisão?

Perceba que existem dois tipos de pessoas em relação a essa mentalidade:

Ø As pessoas que estão dispostos a prejudicar outras pessoas para que possam viver do jeito que quiserem

Ø As pessoas que irão evitar prejudicar outras pessoas no processo de viver.

Qual dessas duas pessoas é você? É aquela que prejudica outras pessoas e segue sua vida como se nada tivesse acontecido ou é do tipo de pessoa que sabe valorizar a vida humana e entende a importância de evitar prejudicar outras pessoas no processo?

A partir do momento em que eliminamos a opção de viver a vida prejudicando outras pessoas, então podemos finalmente responder como podemos viver de verdade.

Foi feito um estudo hospitalar com 100 pessoas idosas. Idosos à beira da morte em seus últimos suspiros. Pediram que eles refletissem sobre o maior arrependimento de suas vidas.

Quase todos responderam que não se arrependiam pelo que tinham feito mas pelo que deixaram de fazer. Os riscos que deveriam ter corrido mas nunca arriscaram. As excelentes decisões que deveriam ter tomado, mas que não tomaram por razões idiotas como pressão de outras pessoas, medos, traumas, entre outros.

Se arrependeram das oportunidades que perderam. Dos sonhos que nunca buscaram. E se você estivesse próximo a morrer nesse exato momento, quais seriam suas últimas palavras?

Não quero que simplesmente continue com sua meditação. Eu quero que responda a pergunta. Se você fosse morrer agora, quais seriam suas últimas palavras? Quais seriam seus maiores feitos? Quais seriam seus arrependimentos?

Perceba que pelo fato de você estar vivo a acomodação irá dizer pra você: “relaxa você tem toda uma vida pela frente”. O problema é que a vida não é o que você tem pela frente. O que você tem pela frente é apenas o potencial de viver. A vida é o que acontece agora.

O que podemos fazer agora para ter uma vida muito mais satisfatória?

Existem muitas coisas que precisamos fazer. Eis algumas coisas que você precisa colocar no seu “currículo da vida”:

Ø O longo prazo é o que importa ou seja, ter planos para sua vida quando você tiver 70, 80, 90 anos. Jovens tem dificuldades em criar planos para quando ficar velho e esse é um grande erro. O longo prazo é quem tem que definir o que você faz no curto e médio prazo.

Ø Fazer sacrifícios para conquistar o que deseja: essa sem dúvidas é uma das coisas mais difíceis porque as vezes é necessário sacrificar meses ou anos para que consiga ter uma vida com menos arrependimentos. E nós, somos programados para ter tudo no aqui e agora, porém a maioria das coisas que acontece em nossas vidas, levam meses ou anos para serem conquistadas. Pense nisso.

Ø Estudar sobre desenvolvimento pessoal focado em sua realidade. Não adianta querer viver a vida sem se adaptar a ela. É o mesmo que depender da sorte. A vida tem diferentes fases e se não se adaptar a elas, irá ter muitas dificuldades.

Ø Melhores informações para as melhores decisões ou seja, quanto melhores forem suas informações, melhores tendem a ser suas decisões, não importa a área da vida.

Ø Escolher as pessoas que você terá ao seu lado é muito importante. Não adianta ter pessoas próximas a você que não tem a mentalidade de serem melhores ou de terem uma vida melhor. Caso conviva com pessoas que não possuem essa mentalidade, não tem problema porque é possível viver próximas a elas sem prejudicar diretamente sua vida ou mentalidade.

Ø Dor, sofrimento, traumas, doenças, abusos e etc, são coisas extremamente difíceis de lidar. É muito importante que lide corretamente com sua dor para que possa tirar o melhor dela. Muitas vezes não tem como eliminar o peso que temos em nossas costas. Em muitos casos teremos que encontrar uma forma de viver no fundo do poço. Nem toda dor pode ser superada ou seja, nem todo fundo do poço pode ser superado 100%.

Ø Melhorar seus hábitos e comportamentos, assim como conquistar a mentalidade ideal para se adaptar a vida, as pessoas e a realidade, por mais difícil que seja.

Ø Ter planos para conhecer novos lugares, para que possa ter uma fuga onde irá aproveitar os momentos para colocar sua cabeça no lugar e para finalmente depois voltar para a realidade e fazer o que precisa ser feito.

Ø Como pode melhorar o mundo e mudar o sistema para melhor? Se não mudarmos o sistema, nossos filhos irão sofrer o que nós sofremos. O sistema atual não perdoa ninguém.

Podem existir várias outras coisas mas se você parar para analisar irá descobrir que as outras coisas são consequências. Por exemplo, ao estudar sobre inteligência emocional você está ficando melhor em praticamente todas as áreas de seu desenvolvimento porque a inteligência emocional interfere em praticamente todas as áreas.

O que você está fazendo para melhorar sua vida? Está fazendo as coisas que você acredita ser melhor ou está tomando as melhores decisões?

É importante que compreenda a diferença entre o que você acha ser melhor do que realmente é melhor.

A vida não foi feita somente para trabalhar, esperar pelo fim de semana, pagar as contas e viver na acomodação.

Você tem coragem para agarrar o sonho que te escolheu? Esse sonho é possível? Esse sonho é realista? Você pode conquistar agora ou é melhor esperar?

Outro dia aprendi sobre aviões. Algo que me deixou muito surpreso. Estava conversando com um piloto. Ele me disse que muita gente acha perigoso voar de avião. Mas ele disse que, na verdade, é muito mais perigoso se o avião ficar no chão. Eu disse: “o que? Como assim?”.

Ele disse que no chão ele começa a enferrujar, falhar e se desgastar, muito mais rápido do que se estivesse no ar. Quando fui embora, pensei: “é, faz todo o sentido”. Porque aviões foram feitos para viver nos céus.

Eu fiquei imaginando que um avião no chão, é como uma pessoa que não vive seu potencial. É uma pessoa que está enferrujando, falhando e deixando o tempo desgastá-la. Imagine você tomar uma decisão de não ter condições mas ao mesmo tempo ter 7 filhos e um que está chegando em breve?

Essa pessoa tentou tirar sua vida e minha mãe a salvou.

Imagine que por causa da influência dos seus amigos, você começa a usar as drogas, e um ano depois por causa das drogas, você tira sua própria vida. Essas são as decisões que você quer para sua vida?

Eu sei que o sistema ferra com você todos os dias, mas ele não ferra somente você, ferra comigo, meus amigos, meus parentes, entre outros.

Mas Gabriel, tenho muitos problemas, o que faço?

A vida é o que é e temos que lidar com nossos problemas, não importa o quão grandes eles sejam. Como o Dr. Dre disse no documentário “The Defiant Ones”:

“Quando você está no fundo do poço, muitas vezes você nunca irá sair de lá. Tudo o que pode fazer é encontrar formas de lidar com isso e tentar seguir em frente com ou sem a dor”.

Muitas vezes não devemos lutar pra vencer nossos traumas e em muitos casos não tem como sair do fundo do poço. O que podemos fazer é avaliar a realidade, ir lidando aos poucos com o problema, até que chegará um momento em nossas vidas que o problema não será mais um fardo tão pesado. Em muitos casos parar de lutar e aceitar é o melhor caminho a seguir – principalmente se é algo que não pode ser mudado.

“Aceitar” não é fácil e leva um bom tempo. Tudo na vida é uma questão de avaliar o quão lucrativo ou prejudicial alguma coisa é. E não falo apenas em questão de dinheiro, mas também no profissional, emocional, mental, psicológico, familiar, amizades, estilo de vida, e assim por diante.

Mesmo com 30 anos, tenho muitos arrependimentos em minha vida que nunca teriam existido se meus pais tivessem as melhores informações e principalmente se o sistema não fosse o que é. Eu posso passar minha vida reclamando das condições das quais fui inserido ou posso lutar para mudar e controlar a minha realidade.

Não quero saber se terei medo, se sentirei vergonha, se serei rejeitado, não importa. A vida é o que é. Não tenho que ter medo da rejeição. Tenho que ter medo de não tentar. Tenho que ter medo de tirar a melhor parte da vida de minha realidade.

Se recebo um “não”, sempre irei avaliar se tinha algo que eu poderia fazer melhor ou se para aquela pessoa, não importa o que eu faça, nunca serei bom o bastante. Se nunca serei bom o bastante, porque ainda estou insistindo em ganhar validação de alguém que não tem interesse de entregar o que quero?

Por que você iria perder tempo com alguém que não tem interesse nenhum em entregar o que você quer? Por que iria criar raiva da pessoa?

Sempre irei me focar em pessoas que estão dispostas a fazerem parte de minha realidade. Irei trabalhar em meu valor. Irei trabalhar em minha comunicação. Irei trabalhar na forma como me adapto a vida e a realidade. Irei avaliar as situações não como eu gostaria ou quero, mas sim, sempre irei avaliar a realidade e a vida através das melhores decisões.

Lembre-se que suas decisões são suas e de mais ninguém. Você irá dormir na cama que você fez. Você irá colher o que plantar. Você irá pagar pelo que faz ou pelo que deixou de fazer. Essa é a realidade.

A vida irá entregar pra você, muitos momentos de injustiças e de raiva. Assim como a vida terá momentos difíceis e ruins, inclusive para algumas pessoas a vida irá pegar pesado demais. Para a maioria das pessoas os dias difíceis passam ou mesmo que não passem, aprendemos a lidar com eles da melhor forma dentro do possível.

O que você está fazendo hoje para parar de enferrujar, parar de falhar e principalmente parar de perder tempo?

Você tem um grande potencial. Não o desperdice por causa do sistema, da sociedade, de movimentos sociais, da mídia, do ambiente, entre vários outros. Nós podemos melhorar e até mudar o sistema, mas enquanto isso não acontece, somos quase que totalmente responsáveis por nossa realidade. Eu disse “quase” porque temos controle sobre muitas coisas e não podemos mudar tudo o que queremos. Sendo assim, foque-se em sua realidade e naquilo que pode mudar e melhorar. O resto, simplesmente não importa ou se preferir “é a vida”.

Se você tivesse apenas mais um dia de vida, mais um dia para dar seus últimos suspiros e ter seus últimos momentos, quais seriam seus arrependimentos e suas maiores conquistas?


Dia 20 | Steve Jobs: Seja Faminto


Se eu nunca tivesse caído fora, eu nunca teria entrado naquela classe de caligrafia. E computadores pessoais talvez não tivessem a magnifica tipografia que eles tem.

É claro, era impossível conectar os pontos quando eu estava na faculdade, mas estava tudo muito claro olhando para trás, 10 anos depois.

Novamente, você não pode conectar os pontos olhando adiante, você só pode conectá-los olhando para trás. Então você tem que confiar que os pontos irão se conectar de alguma forma no futuro. Você tem que confiar em algo.

Em Deus, destino, vida, carma, em si mesmo, no universo, na ciência, entre outros, porque acreditar que os pontos irão se conectar mais afrente, dará a confiança de tentar e principalmente de seguir seu coração. É justamente essa confiança que o ajudará a deixar seu medo, deixar seu caminho aconchegante e salvo. E isso fará toda diferença.

Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte, porque achei o que amava fazer, muito cedo na vida. Encontrei o que eu amava fazer aos 20 anos. O pesar de ter sucesso foi trocado pela leveza de ser um iniciante em algo novo.

Estou convencido que a única coisa que me manteve indo em frente foi o fato de fazer o que eu amava fazer. Você pode trabalhar com o que você quiser. Você pode trabalhar com aquele emprego que garante seu estilo de vida, o futuro para seus filhos, que irá tirar você do buraco. Não tem nada de errado com isso. Pra mim, esse estilo de vida não é interessante.

Muitos jovens hoje em dia procuram “o que gostam de fazer” e naturalmente, vão de emprego em emprego procurando uma felicidade que poucas pessoas podem conseguir. Os jovens estão seguindo cada vez mais sua programação. Estão cada vez mais fracos por seguirem a programação à risca.

Essa necessidade é a necessidade de sempre ser feliz ou seja, de ter o máximo de prazer em todas as áreas da vida ou em muitas delas. E uma delas, onde buscam o máximo de prazer é na vida profissional.

A vida não é sobre ser feliz. A vida é sobre sobreviver. A vida é sobre se adaptar. A vida é sobre agarrar as oportunidades. Se você colocar a felicidade como o bem mais precioso em sua vida, terá muita dificuldade em ser feliz. Perseguir felicidade é a luta dos tolos.

Todos aqueles que são realistas entendem que é impossível ser feliz o tempo todo e que toda decisão a ser tomada tem que sempre levar em consideração a melhor resposta e não a resposta que o fará mais feliz.

São poucas pessoas que trabalham com o que amam e ganham muito dinheiro com isso. A maioria das pessoas que trabalham com o que amam, ganham pouco. A maioria das pessoas de forma geral, trabalham com o que não gostam. Isso porque a vida não oferece boas oportunidades para todas as pessoas. É preciso existir centenas ou milhares de funcionários para que alguém ganha mais de 100 milhões por mês.

O sucesso não é pra todos e nunca será no sistema do qual vivemos atualmente.

Mas de qualquer forma, se você amar o que faz, conseguirá ir muito mais longe. Ter um sentimento tão poderoso gerando forte conexão com o que fazemos, aumenta nossa confiança, nos motiva, nos obriga a fazer mais, mas também pode levar a erros e falhas de adaptação.

Sempre existirá dois lados.

Seu trabalho vai preencher uma grande parte de sua vida e o único jeito de ser verdadeiramente satisfeito, é você fazer o que acredita que seja um ótimo trabalho. E existem apenas duas maneiras de fazer um excelente trabalho:

     1.     Amando aquilo que você faz
     2.     Fazendo o que tem que fazer independente do que está sentindo

Essas são as duas melhores maneiras de fazer um excelente trabalho. É possível fazer um excelente trabalho quando algo importante pode ser tirado de nós ou quando temos poucas opções, como por exemplo, temos que optar entre trabalhar ou passar fome.

Como expliquei anteriormente, só devemos fazer o que amamos quando é uma opção viável.

Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos eu li uma citação que dizia algo do tipo: se você viver cada dia como se fosse o último, algum dia com certeza você estará certo.

Causou um forte impacto em mim e desde ai, pelos 33 anos que passaram, eu olhei no espelho toda manhã e perguntei a mim mesmo: se hoje fosse o último dia de minha vida, eu faria o que estou prestes a fazer hoje?

Essa frase pra mim é muito importante. Essa frase não diz para largar meu trabalho e viver sem responsabilidades. Essa frase simplesmente diz: “faça de sua vida, um pouco mais do que vem fazendo até alcançar o nível ideal e se manter lá”.

Em outras palavras, em meio a trabalho, estudos, família, encontre um tempo para fazer as coisas que gosta. Nem todos terão as mesmas oportunidades, mas é muito importante que você também faça muitas ou algumas das coisas que você ama.

Como por exemplo, tenho amigos que a cada 3 meses conhecem um lugar diferente. Tenho amigos que preferem aproveitar a natureza. Onde fazem acampamento, fogueira, tocam violão enquanto esperam o churrasco ficar no ponto.

Tenho amigos que cuidam da família, tem um trabalho que não gostam, mas que sabem que o trabalho e a família são necessários, e mesmo assim, arranjam tempo para fazer as coisas que gostam ou que daria mais sentido à vida deles.

Às vezes não dá pra viver sua vida como se hoje fosse o último dia. Se vivêssemos como se hoje fosse o último dia teríamos muitos problemas como:

Ø Financeiros: são poucas pessoas que podem ir para qualquer lugar do mundo sem terem problemas financeiros.

Ø Familiares: porque não estaríamos dando o nosso melhor para a família, mas sendo completamente egoístas satisfazendo as nossas vontades e necessidades prejudicando as pessoas que dizemos amar mas que não demonstramos.

Ø Mental: nosso corpo não é programado para aguentar a pressão de viver todos os dias como se fosse o último dia.

Ø Emocional: emoções oscilam e na maioria das vezes não se encontram no nível de viver como se fosse o último dia.

Ø Profissional: para a grande maioria das pessoas é impossível viver como se fosse o último dia sem perder o trabalho.

Ø Moral: alguém para viver a vida como se fosse o último dia, tem que estar disposto a passar por cima de outras pessoas. Geralmente essas pessoas estão dispostas a passar por cima do que é certo e errado para satisfação pessoal.

Entre outros. De qualquer forma, viver como se fosse o seu último dia racionalmente é impossível. Sendo assim, viver como se fosse o último dia tem apenas valor emocional ou pessoal.

Viva a sua vida mudando alguns hábitos e comportamentos, porque sua vida será muito mais satisfatória quando seus hábitos e comportamentos forem positivos. Uma mente que sempre procura a felicidade geralmente não é uma mente que está feliz consigo mesma. Em consequência tendem a buscar a felicidade em viagens, roupas, casas caras, fazendo loucuras entre outras coisas. Em alguns casos trará felicidade momentânea mas não será capaz de satisfazer as necessidades existenciais. Por isso, muitas pessoas que buscam ser o mais felizes possíveis, tendem a serem pessoas vazias e problemáticas.

A felicidade inicia em seu interior. Se você tem problemas em estar consigo mesmo, irá buscar em bens materiais ou prazeres passageiros, a felicidade e na grande maioria das vezes, não irá encontrar. Irá buscar nas drogas, no sexo, pornografia, masturbação, no álcool, em comportamentos e hábitos prejudiciais, e mesmo assim, não irá encontrar.

A verdadeira felicidade está dentro de você e não fora de você.

Lembrando que o “estarei morto em breve” é uma ferramenta poderosa. Essa ferramenta nos obriga a tomar melhores decisões. Muitas pessoas usam o fato de que irão morrer para aproveitarem mais a vida ou terem o máximo de prazer e conforto. Pra mim, saber que vou morrer, me obriga a tomar as melhores decisões no aqui e agora, e me obriga a planejar melhor meu futuro e o que quero para minha família e filhos.

Existem dois tipos de pessoas que lidam com o “estarei morto em breve”. Tem aquelas que buscam o máximo de prazer porque acreditam que uma vida bem vivida é uma vida que foi prazerosa. Sendo assim, ignoram as consequências e naturalmente prejudicam não apenas a vida delas, mas a vida de várias outras pessoas.

Essas pessoas geralmente dizem que entre o certo e o errado preferem aquilo que as fazem feliz ou se sentem alguma coisa só vão e depois lidam com as consequências. Esse é o tipo de pessoa que você tem que se afastar o mais rápido possível. Esse tipo de pessoa irá prejudicar sua vida.

O segundo tipo de pessoa, são as pessoas como eu. São pessoas que são motivadas a tomarem as melhores decisões porque sabem que um dia não estarão mais aqui. Tomam as melhores decisões profissionais, fazem os sacrifícios que precisam fazer, tomam as melhores decisões pessoais e familiares, assim como tomam decisões financeiras excelentes.

Esse é o tipo de pessoa que você quer ter ao seu lado.

É muito importante decidir o tipo de pessoa que você irá se tornar. Você pode decidir ser alguém que prioriza a felicidade ignorando as melhores decisões e as consequências negativas de perseguir o que te faz feliz. Pode escolher um meio termo onde de vez em quando toma boas decisões e de vez em quando satisfaz o que você sente, ignorando as consequências ou você pode tomar as melhores decisões e ser feliz de uma maneira muito melhor do que arriscar buscar a felicidade acima do que é certo ou errado.

A vida é feita de decisões. Por mais que o sistema e nossa programação nos obrigue a tomar decisões sem possuir as melhores informações, ainda é possível tomar as melhores decisões. Por isso temos que buscar sempre as melhores informações. Hoje em dia, tem muito lixo no mercado. Mais de 95% das informações disponíveis do mercado estão na categoria de lixo.

Hoje, qualquer um pode colocar o que acredita ou o que faz no mercado, sem existir filtragem. Você não beberia uma água que não foi filtrada ou processada corretamente. Então porque faz isso com as informações?

Quanto melhor a qualidade da informação, melhore serão suas decisões. Filtrar informações será uma das coisas mais difíceis que você fará por duas razões:

     1.     Você terá que aprender a fazer isso sozinho na maioria das vezes. Se tiver sorte fará parte de meu projeto e não terá problemas com isso.

    2.     O governo não tem o que chamo de “filtro de informação”. O governo é excelente em avaliar os produtos que podem ser vendidos no mercado, mas é péssimo para avaliar as informações disponíveis no mercado. Por causa disso tanto problemas acontecem em nossa sociedade.

Você tem uma escolha agora. Pode escolher aceitar as melhores informações ou viver do jeito que achar melhor.

Essa escolha é somente sua. É sua decisão. Você pode escolher melhorar sua vida ou ter uma vida simples, medíocre ou uma vida que irá prejudicar outras pessoas para que você tenha o que você quer. Se escolher a segunda opção, você entra na categoria que eu chamo de “categoria de pessoas problemáticas e prejudiciais”. Toda escolha que fizer tem consequências. O mundo divide as pessoas em diferentes categorias e você faz isso essa divisão naturalmente. Não tem nada de errado com isso.

Apenas lembre-se que não é porque as pessoas são seres humanos que significa que todas são iguais. A verdade é que cada pessoa se encontra em uma categoria e saber separar as pessoas por categoria, ajuda a definir quem realmente fará parte de sua vida.
As categorias nunca irão mudar. Não importa o que a mídia diga ou o que o governo tente impor.

Avaliar as pessoas que você tem ao lado é muito importante. Escolher as pessoas erradas é um grande erro e pode prejudicar sua vida de maneiras que você nunca imaginou. Melhore sua capacidade de tomar boas decisões, e sua vida terá menos frustrações e surpresas prejudiciais.